Pular para o conteúdo

Segurança de ponta a ponta com a Dark Eagle

← Conteúdos Cybersecurity

Pentest: Até onde um invasor conseguiria chegar se já tivesse acesso?

Pentest: Até onde um invasor conseguiria chegar se já tivesse acesso?

Sua empresa só vai descobrir a vulnerabilidade quando for tarde demais?

Em julho de 2025, credenciais legítimas ajudaram a viabilizar o desvio de R$ 541 milhões de uma instituição do sistema financeiro brasileiro.

Não houve invasão hollywoodiana, não houve exploit sofisticado, não houve zero-day.

Um funcionário terceirizado vendeu credenciais legítimas de acesso. Os criminosos entraram pela porta da frente.

O caso que expôs o ponto cego do sistema financeiro brasileiro

A C&M Software não é um nome que aparece em manchete todo dia. É uma empresa de tecnologia que conecta bancos e fintechs ao Sistema de Pagamentos Brasileiro, inclusive ao ambiente de liquidação do Pix. Discreta, técnica, essencial, até o dia em que algo dá errado.

A Polícia Civil confirmou prejuízo de R$ 541 milhões só na BMP. O Banco Central estimou mais de R$ 800 milhões drenados de oito contas, entre instituições financeiras e não financeiras. Em poucas horas.

O mecanismo é o que deveria tirar o sono de qualquer CISO: segundo o diretor comercial da empresa, os criminosos usaram credenciais de clientes, login e senha, para acessar os sistemas de forma fraudulenta.

Nenhuma dessas palavras é “hacker genial”. São palavras como senha, acesso, terceirizado.

O problema não estava na porta blindada. Estava no que acontecia depois que alguém já tinha a chave.

Pentest Dark Eagle Cyber

É exatamente isso que um pentest com cenário de credencial comprometida, o assumed breach, testa. Não “eles conseguem entrar?”, mas “depois que entram, até onde eles vão?”. 

Antivírus, sozinho, não resolve o risco de uma credencial válida nas mãos erradas.

Um teste de invasão bem desenhado pode revelar esses caminhos antes que um criminoso os explore.

O tamanho real do problema, em números

Segundo levantamento divulgado pelo Convergência Digital, cada organização brasileira sofreu, em média, 4.001 ataques cibernéticos por semana em junho de 2026 , 44% a mais que no ano anterior.

A média global no período foi de 2.270. O Brasil não está apenas no jogo. Está acima da média mundial.

A pergunta não é mais se sua empresa vai ser testada por um criminoso. É quando.

A única variável que você controla é quem faz esse teste primeiro, você, com um Pentest planejado, ou alguém que não avisa antes de agir.

O erro de calendário que quase toda empresa comete

A maioria das empresas brasileiras faz pentest uma vez por ano, só porque uma auditoria exigiu.

O relatório chega, todo mundo respira aliviado, e o PDF vai para uma pasta que ninguém mais abre.

Isso é tratar pentest como carimbo, um selo que, uma vez obtido, valeria para sempre.

Não vale.

Um pentest é uma fotografia de um momento específico. Toda vez que você sobe uma versão nova, contrata um fornecedor, migra para a nuvem ou esquece de atualizar uma dependência, essa fotografia fica desatualizada.

E convenhamos: quantas dessas coisas sua empresa fez nos últimos doze meses?

O criminoso não olha o calendário de auditoria. Ele olha para o presente.

Seis momentos em que vale reavaliar o risco com Pentest

  1. Antes de colocar em produção qualquer sistema novo exposto à internet;
  2. Depois de mudanças estruturais relevantes;
  3. Ao integrar um fornecedor crítico com acesso ao seu ambiente;
  4. Quando credenciais da sua empresa aparecem em vazamentos;
  5. Antes de auditorias, certificações ou exigências contratuais de clientes;
  6. Periodicamente, no mínimo uma vez por ano, com escopo rotativo.

Se seu ambiente mudou desde o último teste, seu risco também pode ter mudado.

O que um pentest não faz, e por que isso importa

Um bom fornecedor de segurança não vende milagre. Vende clareza.

Pentest não substitui gestão contínua de vulnerabilidades, scanner automatizado nem monitoramento em tempo real.

Ele simula, com inteligência humana e criatividade real, o que um atacante de verdade faria diante das suas defesas.

Quem promete que um único teste resolve tudo está vendendo tranquilidade falsa e isso é um dos maiores riscos que existem, porque desliga o alerta que deveria continuar ligado.

O custo de descobrir tarde também é regulatório

Quando um incidente envolve dados pessoais e pode gerar risco relevante, a empresa tem 3 dias úteis para comunicar a ANPD.

A LGPD também exige medidas técnicas e administrativas para proteger dados pessoais, e as sanções podem chegar a R$ 50 milhões por infração.

Um Pentest não elimina o risco, mas ajuda sua empresa a encontrar vulnerabilidades antes que elas virem incidente, investigação e prejuízo.

É melhor descobrir uma falha em um teste controlado do que explicar depois por que ninguém a encontrou antes.

A pergunta que sua empresa precisa conseguir responder hoje

Se uma credencial válida fosse comprometida agora, até onde um invasor conseguiria chegar?

Se a resposta for “não sabemos”, “provavelmente não muito longe” ou “fizemos um Pentest no ano passado”, já existe um risco que merece ser validado.

A Dark Eagle Cyber realiza Pentests alinhados à arquitetura, à exposição e à realidade de cada negócio — não a um escopo genérico de prateleira.

O objetivo é simples: descobrir caminhos de ataque, medir impacto e priorizar correções enquanto sua empresa ainda tem tempo para agir.

Não espere uma invasão transformar dúvida em evidência.

Fale com a Dark Eagle Cyber e teste seu ambiente enquanto você ainda controla o cenário.

 

 

Newsletter

Fique por dentro das novidades da Dark Eagle

Assine nossa newsletter e receba as novidades de primeira mão

Seus dados. Nossa expertise.

Eleve sua cibersegurança com a Dark Eagle

Vamos conversar sobre como fortalecer a maturidade de segurança da sua organização e proteger seus ativos digitais.

Agende uma consultoria